BANDALHEIRA FOLCLÓRICA OUROPRETANA (BAFO)
Nós, membros, familiares, apoiadores, simpatizantes e o fundador da Bandalheira, tornamos público nosso posicionamento diante de recentes condutas do atual Presidente, do Vice-Presidente e da Secretária da BAFO, que têm gerado legítimas preocupações entre aqueles que zelam pela história da entidade.
Recebemos com profunda indignação a iniciativa desses representantes de ajuizar uma ação de usucapião em nome da Bandalheira, com o objetivo de tomar para si um patrimônio que lhes foi parcialmente emprestado pela família apenas para uso. É de conhecimento de toda a comunidade que a utilização do espaço sempre ocorreu por meio de cessão gratuita e temporária, baseada na confiança.
Tentar converter um ato de generosidade alheia em posse definitiva é uma grave violação da ética e da gratidão que deveriam nortear esta instituição.
Tal postura rompe com os valores fundamentais da Bandalheira e destrói a confiança necessária entre dirigentes, associados e a comunidade de Ouro Preto. A BAFO é uma guardiã de tradições, e nenhuma tradição se sustenta quando seus líderes agem em descompasso com a moralidade e o respeito à propriedade alheia.
Diante disso, reafirmamos:
- O respeito inegociável ao patrimônio familiar e à natureza do empréstimo.
- A exigência de transparência e retidão na gestão.
- A defesa da honra da BAFO acima de interesses particulares.
Seguiremos vigilantes e unidos, defendendo que as decisões sejam tomadas de forma transparente, dialogada e responsável. A Bandalheira é maior do que as atitudes tomadas por alguns poucos membros da diretoria de ocasião.
A BAFO tem passado, tem presente e merece um futuro honrado.
Ouro Preto – MG

AÇÃO DE USUCAPIÃO COM O NOME DA BANDALHEIRA FOLCLÓRICA OUROPRETANA
Em reforço à nota de repúdio publicada pela Itatiaia no dia 6 de dezembro de 2025, esclarecemos algumas dúvidas sobre a ação de usucapião envolvendo um imóvel de herdeiros que é emprestado para Bandalheira Folclórica Ouropretana (BAFO) e para os autores da ação.
— Os autores da ação de usucapião são:
1. Alcindo Alves Filho, vice-presidente da Bandalheira;
2. Rubênia Gonçalves Amaro, secretária da Bandalheira;
3. Bandalheira Folclórica Ouropretana, representada, neste ato, por seu presidente, Pedro Ivo Amaro Alves (Pinduka).
O vice-presidente é um dos herdeiros do imóvel.
— Os réus são irmãos do vice-presidente e também herdeiros do imóvel.
— Ressaltamos que os demais membros da Diretoria da Bandalheira e do Conselho Fiscal não autorizaram a ação de usucapião em nome da Bandalheira. O presidente da BAFO, Pedro Ivo Amaro, não convocou nenhuma reunião para deliberar sobre esse assunto; portanto, não há aprovação de todos os membros da Diretoria para esse tipo de ação.
O processo judicial é de natureza pública, e todas as informações aqui apresentadas podem ser livremente consultadas por qualquer pessoa interessada.
— A nota de repúdio é dirigida aos responsáveis pelo ajuizamento da ação de usucapião que utiliza indevidamente o nome da Bandalheira Folclórica Ouropretana para justificar algo que foge completamente das tradições e dos valores da entidade.
Ouro Preto, 18 de dezembro de 2025.